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sábado, abril 17, 2004

Ritmos

O ritmo que imprimimos à vida e ao que fazemos é o resultado daquilo que somos e sentimos em cada momento da nossa vida. Esse ritmo da vida não é sempre igual, vamos adaptando o nosso ritmo ao trabalho que temos, ao tempo que temos, à disposição com que nos encontramos, ao espaço onde nos movemos, ao cansaço que sentimos, à força que conseguimos encontrar dentro de nós, ao grupo em que nos inserimos, às relações que estabelecemos, aos sonhos que queremos conquistar, etc…
Os nossos ritmos variam, é impossível manter um ritmo constante, afinal de contas não estamos sempre com a mesma disposição e com o mesmo nível de trabalho ou cansaço, e o ambiente que nos rodeia também muda.

Cada pessoa tem o seu ritmo próprio, logo quando duas ou mais pessoas estabelecem uma relação, seja um grupo de trabalho ou uma relação pessoal, os ritmos das pessoas vão jogar um papel importante no sucesso dessa relação.
Os ritmos apesar de distintos, numa relação têm de se manter minimamente compatíveis, para que seja possível manter os intervenientes motivados para continuarem a investir nessa relação que estão a construir e viver. Tem de existir capacidade e espaço, para que cada pessoa possa adaptar o seu ritmo, e para que seja possível encontrar em conjunto um ponto de equilíbrio entre os ritmos. Por isso é que muitas relações, a dois ou num grupo alargado, acabam por não funcionar, porque os ritmos são incompatíveis e porque quem faz parte dessa relação não procura ou não consegue encontrar esse tal ponto de equilíbrio em conjunto com os demais.

Na vida tal como na música, o ritmo é importante porque marca a intensidade e a cadência com que queremos viver a melodia que é a nossa vida. Se queremos produzir música com mais pessoas temos de compreender o ritmo de cada uma, e saber como juntar as melodias de cada um de forma harmoniosa.

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