terça-feira, setembro 07, 2004
Enganos e Mentiras
A quantidade de enganos e mentiras que diariamente nos chegam pela comunicação social requer de nós uma enorme atenção para distinguir o que é informação e o que é desinformação. Veja-se o caso recente do número inicialmente declarado de reféns na escola de Beslan na Ossétia do Norte e os números reais de vítimas conhecidas até agora que mostram como os primeiros números eram enganadores.
Charles Caleb Colton afirmou que:
A afirmação é demasiado forte, qualquer engano é uma estupidez porque percebemos que não fomos capazes de perceber a verdade, de distinguir entre a ilusão e a realidade.
No entanto quando nos tentam enganar com uma mentira de fraca qualidade isso é uma afronta à nossa inteligência, parece que estão a gozar com a nossa capacidade de percepção. Uma mentira mal contada é como se duvidassem da nossa inteligência para perceber que é uma mentira, por isso torna-se uma dupla ofensa.
Se nos contam uma mentira de qualidade e bem dissimulada, então pelo menos não sobrestimaram a nossa capacidade, mas daí até dizer que é uma estupidez não ser enganado vai um longo caminho. Continua a ser uma mentira e uma tentativa de enganar.
Os enganos e as mentiras são cada vez mais vulgares hoje em dia, e desde criança que somos confrontados com as mentiras, umas mais inocentes outras muito mais perigosas e graves.
Quantas vezes um elogio (ex: “estás com um óptimo aspecto”) é uma mentira apenas para não se ser indelicado? Não será uma mentira esconder de alguém o seu verdadeiro estado de saúde quando o caso é grave? Não é um engano dizer a um amigo que está tudo bem connosco quando de facto não está, embora isso contribua até para fortalecer a nossa auto-confiança? E quando pedimos a alguém no emprego para mandar dizer que não estamos quando apenas não nos apetece falar com alguém?
Haverá mentiras boas? Ou apenas mentiras que são boas ou más conforme o ponto de vista de quem as diz ou de quem as ouve? É polémico, mas a verdade é que quando nos sentimos enganados ficamos muito chateados, essencialmente pela nossa estupidez em nos termos deixado enganar!
Charles Caleb Colton afirmou que:
“Há enganos tão bem elaborados que seria estupidez não ser enganado por eles.”
A afirmação é demasiado forte, qualquer engano é uma estupidez porque percebemos que não fomos capazes de perceber a verdade, de distinguir entre a ilusão e a realidade.
No entanto quando nos tentam enganar com uma mentira de fraca qualidade isso é uma afronta à nossa inteligência, parece que estão a gozar com a nossa capacidade de percepção. Uma mentira mal contada é como se duvidassem da nossa inteligência para perceber que é uma mentira, por isso torna-se uma dupla ofensa.
Se nos contam uma mentira de qualidade e bem dissimulada, então pelo menos não sobrestimaram a nossa capacidade, mas daí até dizer que é uma estupidez não ser enganado vai um longo caminho. Continua a ser uma mentira e uma tentativa de enganar.
Os enganos e as mentiras são cada vez mais vulgares hoje em dia, e desde criança que somos confrontados com as mentiras, umas mais inocentes outras muito mais perigosas e graves.
Quantas vezes um elogio (ex: “estás com um óptimo aspecto”) é uma mentira apenas para não se ser indelicado? Não será uma mentira esconder de alguém o seu verdadeiro estado de saúde quando o caso é grave? Não é um engano dizer a um amigo que está tudo bem connosco quando de facto não está, embora isso contribua até para fortalecer a nossa auto-confiança? E quando pedimos a alguém no emprego para mandar dizer que não estamos quando apenas não nos apetece falar com alguém?
Haverá mentiras boas? Ou apenas mentiras que são boas ou más conforme o ponto de vista de quem as diz ou de quem as ouve? É polémico, mas a verdade é que quando nos sentimos enganados ficamos muito chateados, essencialmente pela nossa estupidez em nos termos deixado enganar!
