<$BlogRSDUrl$>
 

sábado, fevereiro 26, 2005

Desabafo de Viajante

Portugal é mesmo um pequeno rectângulo no cantinho da Europa. Precisamos de sair daqui para perceber como somos periféricos e pequenos. Estamos longe de onde tudo acontece e se passa. Vejamos o exemplo de cidades como Londres, Bruxelas ou Paris que estão separadas por cerca de uma hora de viagem, possibilitando que facilmente se dê um salto de uma cidade à outra.

Aqui somos capazes de perder quase uma hora só no aeroporto à espera de levantar voo em Lisboa rumo ao Porto: cerca de meia hora no autocarro, para não dar mau aspecto as pessoas amontoadas na sala de embarque, mais quase outro tanto tempo dentro do avião à espera de autorização para partir.

Tudo isto porque os voos para a Europa são na maioria dos casos via Lisboa. Não seria mais lógico fazerem escala no Porto, que fica em caminho? Claro que tendo de ir e vir passando por Lisboa, consigo acumular mais milhas no cartão de passageiro frequente. Nem tudo é negativo, mas realmente preferia uma viagem mais directa que me colocasse mais perto dos destinos da Europa Central.

O blog também tem de servir para estes desabafos, depois de mais uma viagem cansativa, agora que estou de regresso ao nosso Inverno sem o encanto da neve e do frio que se pode encontrar no centro da Europa nesta altura do ano. De qualquer modo, o calor do Sol também é bem recebido, à falta da tal magia da neve com que fui brindado nos últimos três dias. Porque apesar do frio realmente gelado, é muito bom poder sentir o Inverno pintado de branco.
 

 

terça-feira, fevereiro 22, 2005

Outras Músicas

Muzsikás & Márta Sebestyén no Intercéltico 2004

Os celtas estão de volta!
O Festival Intercéltico, que já foi do Porto e agora se estendeu pelo país fora, está de regresso nos primeiros dias de Abril. Desta vez além das habituais actuações no Porto, estão previstos concertos em Lisboa, Praia da Vitória, Arcos de Valdevez e Montemor-o-Novo.

Seja com nomes mais conhecidos da música ou revelando-nos novas sonoridades, este é um festival que sempre nos habituou a surpreender através da música de inspiração celta. O programa deste ano está disponível aqui.

E enquanto esperamos pela chegada dos celtas, fica aqui também a sugestão do Fantas Sound que está integrado no famoso Fantasporto, e que nos traz brilhantes nomes do mundo da música. Pela minha parte, não irei perder os Fairport Convention que já passaram pelo Intercéltico há alguns anos atrás.
 

 

domingo, fevereiro 20, 2005

Legislativas

Quando fui votar durante a tarde, fui surpreendido pela fila de pessoas que esperavam a sua vez para fazer a sua escolha. Eram cerca de meia dúzia, mas comparando com anteriores escrutínios constituiu uma novidade. A abstenção desceu enquanto que os votos em branco provavelmente serão o sexto “partido” mais votado: o país está descontente mas não desinteressado, é um sinal positivo no meio de tanta insatisfação com a política nacional.

Sem retirar mérito a José Sócrates, acho que é notório que esta votação é um enorme castigo para quem nunca encontrou a serenidade na governação. Agora a responsabilidade é enorme para o vencedor, esperemos que esteja à altura daquilo que hoje conquistou e que nos surpreenda pela positiva. Se assim for, poderá fazer esquecer que esta eleição foi mais um castigo do que uma conquista e significará que existe uma luz ao fundo do túnel para o nosso país.

Agora que a pré-campanha, a campanha e as eleições ficaram para trás, já é tempo de recomeçar a trabalhar em pleno. Espero que os perdedores possam aprender com os erros cometidos. Quanto ao vencedor peço-lhe que realize um trabalho rigoroso, pois todos nós temos muito a ganhar com isso.
Vamos lá ver no que isto vai dar!
 

 

Votos

E se os votos em branco também contassem? Poderiam eleger lugares vazios no parlamento que não seriam ocupados, demonstrando o descontentamento do povo. Além do valor simbólico das cadeiras vazias, ainda seria possível poupar o dinheiro que cada deputado gasta na sua actividade.

Entre os votos em branco ou não ir votar parece não existir muita diferença, no entanto os primeiros exprimem o descontentamento enquanto que não votar significa desinteresse na votação. Infelizmente tenho a impressão que tanto uns como outros têm grandes probabilidades de terem votações excelentes, dentro daquilo que tem sido o comum nas últimas eleições.

Será que os votos em branco vão bater o máximo que atingiram até hoje em Portugal?
E será que a abstenção vai ganhar com maioria absoluta?
 

 

sábado, fevereiro 19, 2005

Reflexão

Hoje é dia de descansar e reflectir.
Tudo o que até aqui aconteceu faz parte daquilo que nos serve de base à nossa decisão: os compromissos assumidos, as ideias discutidas, o que foi vivido, o que foi dito, as confusões surgidas, os erros revelados, as mentiras descobertas e as promessas feitas.

Hoje reflectimos, amanhã decidimos. Haverá quem festeje e quem se sinta derrotado, e alguns ficarão indiferentes e apáticos. Depois seremos confrontados com a busca de culpados, as tentativas de acordos e ouviremos demasiadas opiniões contraditórias.

Aos poucos, a vida tenderá a voltar a encontrar um ponto de equilíbrio com novos compromissos, novas vontades e nova vida. E no entanto, haverá também uma enorme desconfiança quanto ao nosso futuro, já que aquilo hoje temos para poder reflectir parece ser demasiado confuso. Também por isso, acho que amanhã haverá muita gente que vai preferir fugir da decisão.
 

 

sexta-feira, fevereiro 18, 2005

Escuridão

A expressão “o que os olhos não vêem, o coração não sente” é tantas vezes aplicada a quem se recusa a conhecer a verdade para não ter de reagir aos sentimentos que ela provoca.

É como alguém que prefere viver na escuridão a querer arriscar conhecer a luz, apenas por medo de ficar encadeado por ela. Esse receio só pode existir se tudo apontar para que a luz seja demasiado intensa e hostil, porque se fosse esperada uma luz amena e confortável decerto que não haveria necessidade de permanecer no escuro.

Quem adivinha a existência de uma verdade adversa ao sonho em que quer viver, decerto que achará muito cómoda a recusa em descobrir a realidade. Não sendo confrontado com ela, as questões não se colocam, as decisões podem ser esquecidas e não há necessidade de reagir a tudo o que se quer acreditar que são meras fantasias.

Só que no dia em que a luz se acender sem aviso, o choque poderá ser muito forte e fulminante, pois olhos perderam a habituação à luminosidade natural. A menos que a luz escondida seja afável e com um brilho mágico, o que fará compreender que o tempo de escuridão foi tempo desperdiçado em vão, tudo por causa de um receio tonto.
 

 

quarta-feira, fevereiro 16, 2005

Tempo

É costume dizer-se que o tempo é sempre bom para nos fazer esquecer as coisas menos boas. A verdade é que aquilo que hoje nos magoa, aos poucos, vai perdendo a sua força e intensidade. Com o tempo, algumas coisas vão perder por completo o seu sentido, outras vão ficar gravadas em nós mas sem a força que têm no momento em que nos ferem.

As coisas boas que experimentamos na vida também sofrem mutações ao longo do tempo, algumas perdem a intensidade que só pode existir e ser vivida no momento. No entanto, aquelas que nos marcaram profundamente acabam por ganhar uma magia especial com o passar do tempo.

O tempo apaga o supérfluo e mantém na memória o essencial na forma de saudades ou lições, conforme tenham sido situações agradáveis ou não que nos marcaram.
 

 

sábado, fevereiro 12, 2005

O Xadrez da Vida

“Quando era pequena, o pai ensinou-a a jogar xadrez. Havia uma jogada que a encantava, aquela a que os especialistas chamavam o roque: o jogador deslocava duas peças ao mesmo tempo: colocava a torre ao lado da casa do rei e faz passar o rei para o outro lado da torre. Esta manobra agradava-lhe imenso; o inimigo reúne todas as suas forças para atacar o rei e, de repente, o rei desaparece diante dos seus olhos: muda de casa. Toda a vida, Agnès sonhara com uma manobra assim, e sonhava cada vez mais com ela à medida que a sua fadiga aumentava”

Milan Kundera in “A imortalidade”

Quando eu descobri como deslocar as peças, na ilusão que estava a aprender a jogar xadrez, fiquei também fascinado pelo roque. O que me entusiasmou nele acho que foi o facto de ser um movimento diferente dos outros e que fugia ao vulgar e comum. Agora, ao ler Kundera, consigo perceber-lhe um outro significado: a vontade de desaparecer e mudar como se de um passe de mágica se tratasse.

A ideia é atraente: a capacidade de desaparecer do local (físico ou temporal) onde nos encontramos, enquanto conseguimos fugir repentinamente dos ataques que nos fazem. O movimento de roque na nossa vida seria muito bem-vindo quando nos sentimos a sufocar pelo meio que nos rodeia ou quando não nos agrada o ambiente que se gera em torno de nós. Isto para não falar daqueles momentos em que parece não haver saídas interessantes para prosseguir a nossa vida e talvez uma jogada dessas nos viesse abrir novas portas ou janelas por onde continuar.

De qualquer modo há que reconhecer que desaparecer ou mudar de rumo nas situações mais complicadas da vida também é possível, e se calhar mais do que imaginamos, mas convém não esquecer que este é um movimento de ruptura muitas vezes visto quase como ilícito. Curioso é que no xadrez faz parte das regras e qualquer jogador deve contar com ele para se defender ou para ver o oponente fugir da tentativa de o dominar.

Quem nunca experimentou na vida o desejo de mudança brusca?
Pode ter sido quando os nossos esforços para melhorar o mundo que nos envolve se tornam infrutíferos ou quando as apostas feitas se revelam erradas e em vão. Na realidade, somos capazes de fugir e experimentar momentos especiais, só que depois parece que tudo volta à estaca zero. Tal e qual um jogador amador de xadrez que movimenta as peças na ilusão que está a atacar quando de facto apenas se está a expor irremediavelmente. Parece que nos falta a capacidade de desferir um roque.

Regressando ao xadrez, o roque apenas pode ser efectuado entre o Rei e a Torre. É disso que nos esquecemos no nosso quotidiano: não basta fugir, há que ter as condições para o fazer de forma convicta. Temos de ter a confiança, a coragem e a determinação que o Rei representa, e ao mesmo tempo encontrar a Torre que nos pode dar a protecção e a solidez necessárias ao movimento.
Para piorar o cenário, no xadrez este movimento só é legal se o Rei e a Torre ainda não tiverem sido mexidos. Será que quanto mais pequenas fugas momentâneas fizermos, mais complicado se torna a mudança definitiva e ficamos bem mais expostos perante o nosso parceiro (e opositor) de jogo porque perdemos a capacidade de efectuar um roque? No xadrez sim...
 

 

sexta-feira, fevereiro 11, 2005

Fotografia do Ano

O prémio de Fotografia do Ano atribuído no World Press Photo foi este ano para uma imagem de uma mulher indiana a chorar a morte de um familiar após o tsunami de 26 de Dezembro no sudeste asiático.

Fotografia do Ano do World Press Photo por Arko Datta

O indiano Arko Datta da Reuters foi o autor desta fotografia tirada no dia 28 de Dezembro do ano passado em Cuddalore, na costa leste da Índia. Uma imagem cheia de emoção, que demonstra o desespero que a catástrofe natural espalhou por tantas pessoas.

Infelizmente estas fotografias premiadas anualmente são muitas vezes o reflexo do enorme sofrimento humano. Fica pelo menos a recordação do que aconteceu, evitando o esquecimento.
 

 

quarta-feira, fevereiro 09, 2005

Energia

Hoje ouvi na rádio que a Agência Regional de Energia e Ambiente do Algarve realizou diversas auditorias no sentido de identificar formas de poupar energia em edifícios das câmaras municipais e em outras instalações de uso público (escolas, piscinas, campos de golfe, etc...) cujos resultados foram hoje apresentados.

Foi contabilizada a redução no consumo eléctrico, e consequente diminuição do custo para as autarquias, conseguida por exemplo com a introdução de fontes de energia renováveis, de nova aparelhagem de consumo mais eficiente, de sensores de presença para comandar a iluminação ou de reguladores de fluxo luminoso. Alguns resultados mais detalhados estão disponíveis nos Boletins Informativos que podem muito bem servir de referência para quem se preocupa com a utilização racional da energia.

Aqui está um exemplo a seguir em outras instituições, públicas e privadas, de forma a diminuir os custos com a energia. O Estado deveria ser o primeiro a dar o exemplo, obrigando os organismos públicos a implementarem as soluções já identificadas e a estudarem outras soluções. Isso só iria dar maior credibilidade a quem tem de gerir o dinheiro dos nossos impostos.

Entretanto, gostei de descobrir que existem outras instituições do mesmo género em Portugal. Fica a esperança que trabalhos deste género tenham a publicidade que merecem para que entrem “na ordem do dia” ou “na moda” e passem da teoria à pratica um pouco por todo o país.

Existe um luz ao fundo do túnel, esperemos que seja de alto rendimento e baixo consumo!


 

segunda-feira, fevereiro 07, 2005

Carnaval

Dizem que Carnaval é tempo de máscaras, música e alegria para espantar as tristezas. Talvez assim seja, no entanto confesso que nunca fui grande adepto desta época. Até as minhas recordações de criança são vagas no que se refere a estes festejos. Acho que prefiro tentar espantar as tristezas diariamente, em vez de esperar por uma data concreta no calendário.

Fosse eu um brasileiro (do Rio ou da Bahia) e talvez tivesse uma opinião bem diferente, mas sou um típico português que vive o Carnaval em pleno Inverno. A vida intensa e movimentada que levo ao longo de todo o ano, também concorre para que seja bem mais interessante relaxar e recuperar forças do que sair por aí em grandes festejos.

Máscaras usamos nós todos os dias. Tantas vezes precisamos disfarçar um pouco para conseguir sobreviver neste mundo tão exigente: camuflamos alguns sentimentos, disfarçamos parte do nosso cansaço, escondemos alguns dos sonhos e fingimos muito do nosso conforto para podermos continuar a ter energia para seguir o nosso caminho.

Visto assim até parece que vivemos na mentira, no entanto quem é que vive sem uma pitada de ilusão? Há sempre uma dose de disfarce que nos protege do mundo, tal e qual as roupas que usamos para nos defenderem do ambiente rigoroso. Não precisamos de nos revelar por inteiro quando não nos sentimos confortáveis com isso, a máscara torna-se um resguardo. Fugir também é uma opção, para não ficarmos expostos a tudo o que nos parece querer ferir ou acorrentar.

Obviamente que não podemos correr o risco de viver constantemente mascarados, isso poderia conduzir-nos a viver algo que realmente não existe. Tal e qual em muitas outras coisas na vida, há que encontrar o equilíbrio que nos defenda sem nos isolar no nosso mundo.

Às vezes até tenho um pouco de inveja de quem se consegue divertir imenso nesta altura do ano. Pode ser que no futuro mude de ideias sobre o assunto, talvez o Brasil um dia me contagie, mas por enquanto prefiro aproveitar para descansar o corpo e alma. Arrisco até a afirmar que tal como o Natal, o Carnaval é quando um Homem quiser! Basta escolher a máscara e festejar a vida da forma que melhor conseguir!


 

sexta-feira, fevereiro 04, 2005

Brincando

Os blogs vão aos poucos trazendo para dentro deles outras experiências virtuais já conhecidas. A ideia de que servem para disseminar informação, dar a conhecer aos outros fotografias, desenhos ou pedaços da vida de cada autor, começa aos poucos a ser complementada por outras formas de preencher esse espaço de criatividade ou de desabafo pessoal.

Por exemplo, os encontros de autores de blogs fazem lembrar os jantares organizados pelos utilizadores dos chats. O blog passou a ser também um cartão de visita dos seus autores que lhes permite mostrar uma imagem de si, tal e qual acontece com os “nicks” que representam quem conversa nesse mundo virtual. Até o famoso “engate na net” encontra o seu espaço nos blogs, basta estar um pouco atento a alguns artigos publicados e aos comentários escritos onde a marca da sedução fica gravada.

As invasões do tipo “spam” que inundam as nossas caixas de correio diariamente também já têm versões no mundo dos blogs. Através dos comentários são deixadas mensagens que nada têm a ver com o que se pretende discutir, obrigando os autores a procurarem forma de se defenderem com filtros e autenticações.

O conhecido efeito dos “mails em cadeia” ou “chain-letters” também já se acercou dos blogs, com questionários que devem ser preenchidos e reenviados para novos destinatários.

Na semana passada fui presenteado com um desses novos “chain-posts” que me chegou em devaneios. Entre a minha natural desconfiança sobre estas correntes e a minha ausência recente, acabei por hesitar em responder.
Depois, ao reler com cuidado o desafio que me lançaram acabei por perceber que se falava de sexo, o que me aguçou a curiosidade.
Será que ao falar deste tema, irei conseguir aumentar o número de visitas? Talvez!
Como decidi aceitar esta pequena provocação, acho que poderei ver se realmente o “sexo vende” como se costuma dizer nos próximos dias!

1. Have you ever used toys or other things during sex?

Ao contrário de algumas respostas que vi em outros blogs (sim, fui curioso), eu não posso refugiar-me na falta de conhecimento de inglês. Já o provei aqui em outras ocasiões, especialmente quando falei de música.
Pois bem, será que eu usei brinquedos ou outras coisas durante o sexo? Assim colocada a questão tenho de confirmar que usei coisas durante o sexo, independentemente de serem ou não brinquedos. Posso é confessar que o conceito de brincar não pode estar dissociado do sexo.

2. Would you consider using dildos or other sexual toys in the future?

Obviamente que sim, no futuro quero poder brincar com o sexo! Quanto ao tipo de brinquedo depois se verá o que se poderá arranjar! Há espaço para muitas surpresas e descobertas.

3. What is your kinkiest fantasy you have yet to realize?

É muito complicado escolher uma fantasia apenas, afinal a imaginação é fértil e está constantemente a surpreender-me com novas investidas. Ainda bem que esta pergunta não tem nada a ver com sexo (reparem na pergunta!), assim até posso escolher uma fantasia não-sexual!
Assim sendo, escolho aquela fantasia de um dia poder ter mais tempo para poder brincar, ou seja, para poder apreciar e deliciar-me com os momentos de prazer.

4. Who gave you this dildo?

Isto era um “dildo”? Então faço uma pequena nota de correcção à pergunta 2, dizendo que não espero usar este artigo ou este blog no futuro! Prefiro outros brinquedos mais interessantes!
Esta brincadeira ou brinquedo foi-me enviado pelas MWoman e Vulcão.

5. Who are the ones to receive this dildo from you?

Esta é a parte mais difícil, a escolha das vítimas.
Pensei quem mais nos poderia elucidar sobre esta matéria e sinceramente espero que estes blogs nos possam dizer mais sobre brinquedos e o que esperam fazer com eles no futuro:
Blog de José Sócrates
Blog de Pedro Santana Lopes
Blog de Paulo Portas
Blog de Jerónimo de Sousa

Falta saber se vão ter tempo para nos explicar as suas ideias sobre este assunto

Experimentar é sempre bom para evitar as dúvidas. E agora que já tenho experiência nestas coisas do “post-chain”, já posso dizer que não me causou nenhuma sensação especial nem nenhum prazer único. Por isso, não me convenceu, prefiro ainda os meus tradicionais artigos.
E esses vão aparecer por aqui aos poucos, sem pressas, lentamente e condicionados pelo meu ritmo. Por isso de vez em quando, cá deixo uma surpresa nova para quem ainda tem paciência para me visitar.

This page is powered by Blogger. Isn't yours?