sexta-feira, abril 29, 2005
Tudo é Relativo
Nada como um problema bastante grave para que os outros percam parte da sua força e relevância. Qualquer situação adversa pode ver atenuada a sua intensidade negativa com a chegada de alguma coisa mais complicada de ser resolvida.
A intensidade dos problemas é relativa, depende do referencial pelo qual nos regemos para avaliar o mundo que nos rodeia. Quando a nossa maior preocupação (e na qual focamos a nossa atenção) é de uma gravidade severa, então temos dificuldade em encontrar a concentração para as outras dificuldade existentes, que entretanto perderam a sua importância, por muito simples que possam ser as suas soluções.
Quando somos confrontados com um caso de difícil resolução, pensamos frequentemente que “pior é difícil” ou que “pior é impossível”. No entanto, muitas vezes conseguimos ser surpreendidos por novas contrariedades de maior calibre que desmentem essa expressão acabada de pronunciar.
Tudo é relativo, até a dimensão daquilo que nos importuna.
Por isso, há que tentar conservar alguma serenidade face aos problemas que vamos defrontando.
A intensidade dos problemas é relativa, depende do referencial pelo qual nos regemos para avaliar o mundo que nos rodeia. Quando a nossa maior preocupação (e na qual focamos a nossa atenção) é de uma gravidade severa, então temos dificuldade em encontrar a concentração para as outras dificuldade existentes, que entretanto perderam a sua importância, por muito simples que possam ser as suas soluções.
Quando somos confrontados com um caso de difícil resolução, pensamos frequentemente que “pior é difícil” ou que “pior é impossível”. No entanto, muitas vezes conseguimos ser surpreendidos por novas contrariedades de maior calibre que desmentem essa expressão acabada de pronunciar.
Tudo é relativo, até a dimensão daquilo que nos importuna.
Por isso, há que tentar conservar alguma serenidade face aos problemas que vamos defrontando.
